quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

 Dimensões


Esse tema é sempre fantástico, maravilhoso... e acredito que nossa ciência está para dar o grande salto e alcançar além do nosso universo tridimensional. Porque todos os fenômenos psíquicos, p.ex., acontecem usando uma outra dimensão além da 3a. A própria telepatia funciona pela interação instantânea das mentes, e nada há que possa bloquear ou retardar o contato.

Imaginem um universo linear. Uma linha só. Seus habitantes são uns pontinhos que andam para cá e para lá, sobre a linha. De repente, vai você e bloqueia a linha com a ponta do seu lápis. Os habitantes param no bloqueio e ficam imaginando o que seria aquilo que surgira ali inexplicavelmente, uma vez que eles não têm uma visão bidimensional e muito menos tridimensional. E você escolhe um daqueles habitantes da linha, e passa-o para o outro lado do "bloqueio". Ele se surpreende. Que terá lhe acontecido? Para os outros habitantes da linha, o fenômeno foi estonteante: seu colega desapareceu misteriosamente da frente do bloqueio e ninguém sabe onde foi parar. Enquanto isto, os habitantes do outro lado do bloqueio vêem surgir do nada um outro habitante da linha, que conseguiu ultrapassar o misterioso bloqueio. Mas, levando o habitante para o outro lado do bloqueio, você mostrou a ele que existe uma passagem além da sua linha. Você mostrou a ele o universo bidimensional. E ele não encontra mais sossego na alma, enquanto não consegue entender o fenômeno que lhe aconteceu.

Você, com pena dele, arrasta-o novamente para fora da linha e ele compreende, enfim, que existe um mundo maior, que existem habitantes bidimensionais, ele conhece formas como o círculo e o quadrado, que são formados de linhas iguais ao seu mundo. Mas ele ainda não pode vê-lo, pois você está num universo ainda inatingível para ele: o universo tridimensional.

E então, você resolve testar novamente o seu amiguinho e traça um círculo em volta dele. E ele fica preso ali, tentando ultrapassar aquele novo bloqueio que apareceu em seu caminho. Como você acaba por perceber que ele não vai conseguir mesmo, você o pega novamente e faz com que salte sobre o traço que fez no chão. Seu amiguinho fica maravilhado! Acabou de conhecer a 3a. dimensão! Acabou de ver você!... Que visão maravilhosa! Pôde ver aquele que vem despertando sua maior compreensão dos fenômenos universais! E, feliz, fica saltando para fora e para dentro do círculo, para espanto dos habitantes bidimensionais, que vêm seu amiguinho desaparecer e aparecer misteriosamente dentro de seu mundo.

E agora, o teste final: Você prende seu amiguinho dentro de uma esfera de vidro, hermeticamente fechada, e fica observando seu novo desespero. E o desespero aumenta quando ele percebe que nem você poderá retirá-lo dali.

E de repente, você vê seu amiguinho aparecer fora da esfera, voltar para dentro dela novamente, e sair de lá mais uma vez. Ele descobriu uma passagem pela 4a. dimensão, da mesma forma que passou da primeira para a segunda e da segunda para a terceira dimensão! Só que você não consegue compreender como ele fez isto, da mesma forma que os habitantes do círculo também não compreenderam quando ele apareceu e desapareceu de seu mundo bidimensional, e da mesma forma que os habitantes da linha também não entenderam como seu colega conseguiu vencer o bloqueio, aparecer e desaparecer da linha.

Assim estamos nós, vendo as naves aparecem e desaparecerem no céu e procurando compreender o fenômeno dentro da nossa física tridimensional.

Um sensitivo, quando provoca o desaparecimento de um objeto numa sala e o instantâneo aparecimento do mesmo em outra sala, está inconscientemente usando o mesmo processo. De alguma forma, ele consegue locomover objetos através de uma 4a. dimensão.

Assim, vamos esperar que nossos cientistas de hoje, com suas experiências com velocidade, tempo, dobra no tempo e etc., consigam descobrir o que existe além da nossa compreensão tridimensional. Certamente, serão descobertas fantásticas mas, como diz Teilhard de Chardin:

"NA ESCALA DO COSMOS, SÓ O FANTÁSTICO TEM CONDIÇÃO DE SER VERDADEIRO'.

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Texto de: Márcia Villas-Bôas

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 Descobertas Desconcertantes


W. J. Meister, descobriu nas proximidades de Antelope Springs, no Estado de Utha (EUA), duas pegadas de pés calçados solidificadas em uma camada geológica de 500 milhões de anos. Teriam sido produzidas por sapatos ou botas semelhantes aos nossos atuais, e nos levam a supor que a criatura que as deixou devia ser muito semelhante ao homem que está na Terra. Uma destas, inclusive, esmagou um animal típico daquele período, um trilobita, encontrado fossilizado.

Este achado, evidentemente, não comprova apenas a presença de uma única criatura extraplanetária em nosso planeta, pois o processo que permite uma preservação deste tipo é muito difícil de acontecer.

Portanto, já que encontramos estas pegadas, logicamente muitas outras foram deixadas pela atividade no planeta de outros membros daquelas civilizações extraplanetárias, mas como a quase totalidade das nossas atuais, não foram preservadas.

É interessante notar que o registro fóssil da vida em nosso mundo de forma alguma comprova uma evolução gradual desta. Tais registros mostram justamente o oposto, ou seja, poucas transições suaves de espécie para espécie. Novos organismos parecem surgir de maneira totalmente repentina. Estes "saltos" chegaram a incomodar o próprio Darwin. Ele declara isto de maneira objetiva em "A Origem das Espécies": "Por que então todas as formações geológicas e todos os estratos não são ricos em formas intermediárias? Por certo a geologia não revela nenhuma cadeia orgânica perfeitamente graduada: e talvez seja esta a mais grave objeção que possa ser anteposta à minha teoria".

Em 1948, na Ásia Central soviética, paleontólogos acompanhavam as operações de terraplanagem que estavam sendo feitas com fins hidrelétricos em vales dos Montes Tian-Chan. As perfurações acabaram por superar as previsões mais otimistas: as escavadeiras trouxeram à luz um imenso "cemitério" de dinossauros. Um fato deixava os especialistas estupefatos: todos os crânios e as omoplatas estavam marcadas com perfurações semelhantes às que seriam produzidas por armas de fogo.

O especialista soviético em "cemitérios" de dinossauros, professor Efremov, já havia sido chamado a Sikiang (China), em 1939, onde operários de construção haviam descoberto um crânio de dinossauro que trazia também uma misteriosa perfuração. Este cientista, que teve oportunidade de estudar estes fósseis, acredita que seres extraplanetários exterminaram aqueles gigantes mediante armas idênticas aos nossos mais modernos fuzis, ou mesmo através de armas "laser". Teria sido mais um passo para permitir a implantação da vida humana? Uma coisa é certa: há pouco menos de 70 milhões de anos, os dinossauros, que tinham dominado o planeta por cerca de 150 milhões de anos, desapareceram misteriosamente da face da terra.

Ao mesmo tempo que aqueles gigantes desapareciam, surgia na Terra a primeira flor, um salto evolutivo da vida vegetal, em nossa opinião ocorrido mediante uma nova semeadura, ou através de mutação genética dirigida artificialmente. A simultaneidade destes acontecimentos não seria obra do acaso. Talvez tenham sido as duas últimas intervenções antes da implantação da vida humana.

A descoberta mais sensacional, porém, ainda não recebeu por suas próprias dimensões o reconhecimento que lhe é devido. Estamos falando das "pedras gravadas de Ica", desenterradas em Ocucaje, zona peruana rica em restos arqueológicos. Em suas gravações podemos ver homens que, através de telescópios, observam estrelas. Já outras pedras, representam em seus desenhos, homens convivendo com animais que se extinguiram há milhões de anos, como os próprios dinossauros. Transplantes de corações, operações cranianas, as configurações primitivas dos continentes são também representadas nos desenhos.

As "pedras de Ica" confirmam o contato e o convívio de povos planetários com a terra e sua vida, desde o período Devoniano (405 a 345 milhões de anos atrás). Foram achadas 205 pedras descrevendo o ciclo reprodutivo do ágnato, um tipo de peixe primitivo sem maxilares que viveu nesse tempo, como também a presença destas criaturas, civilizações, em alto grau de desenvolvimento, até poucos milhões de anos atrás, pois outras pedras representam em seus desenhos animais que viveram há poucos milhões de anos.

É interessante ressaltar que os desenhos de uma das milhares e milhares de pedras já descobertas, representa justamente o extermínio de dinossauros por criaturas semelhantes a nós. Tanto os desenhos como as partes não gravadas das pedras estão cobertas com uma camada de oxidação natural, que garante o caráter arqueológico dos desenhos. As "pedras de Ica" trazem conhecimentos das mais diferentes áreas do saber, formando em conjunto uma verdadeira biblioteca, capaz de obrigar nossa humanidade a reescrever sua história no planeta.

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Extraído de :

Os Discos Voadores e a Origem da Humanidade

De Marco Antonio Petit

 Carta do Índio

Resposta do cacique Seattle ao governo dos Estados Unidos, que tentava comprar as suas terras (1854):


"O ar é precioso para o homem vermelho, pois todas as coisas compartilham o mesmo sopro: o animal, árvore, o homem, todos compartilham o mesmo sopro. Parece que o homem branco não sente o ar que respira. como um homem agonizante há vários dias, é insensível ao mau cheiro. (...)

Portanto, vamos meditar sobre sua oferta comprar nossa terra. Se decidirmos aceitar, imporei uma condição: O homem branco deve tratar os animais desta terra como seus irmãos. O que é o homem sem os animais? Se os animais se fossem, o homem morreria de uma grande solidão de espírito. Pois o que ocorre com os animais, breve acontece com o homem. Há uma lição em tudo. Vocês devem ensinar às sua crianças que o solo a seus pés é a cinza de nossos avós. Para que respeitem a terra, digam a seus filhos que ela foi enriquecida com a vida de nosso povo. Ensinem às suas crianças que ensinamos às nossas, que a terra é nossa mãe. Tudo o que acontecer à Terra, acontecerá aos filhos da terra. Se os homens cospem no solo, estão cuspindo em si mesmos.

Isto sabemos: a terra não pertence ao homem; o homem pertence à terra. Isto sabemos: todas as coisas então ligadas como o sangue que une uma família. Há uma ligação em tudo. O que ocorre com a terra recairá sobre os filhos da terra. o homem não teceu o tecido da vida: ele é simplesmente um de seus fios. Tudo o que fizermos ao tecido, fará a si mesmo.

Mesmo o homem branco, cujo Deus caminha e fala como ele de amigo para amigo, não pode estar isento do destino comum. É possível que sejamos irmãos, apesar de tudo. Veremos. De uma coisa estamos certos ( e o homem branco poderá vir a descobrir um dia ): Deus. Vocês podem pensar que o possuem, como desejam possuir nossa terra; mas não é possível. Ele é o Deus do homem e sua compaixão é igual para o homem branco e para o homem vermelho. A terra lhe é preciosa e feri-la é desprezar o seu Criador.

Os brancos também passarão; talvez mais cedo do que todas as outras tribos. Contaminem suas camas, e uma noite serão sufocados pelos próprios dejetos.

Mas quando de sua desaparição, vocês brilharão intensamente, iluminados pela força do Deus que os trouxe a esta terra e por alguma razão especial lhes deu o domínio sobre a terra e sobre o homem vermelho. Esse destino é um mistério para nós, pois não compreendemos que todos os búfalos sejam exterminados, os cavalos bravios sejam todos domados, os recantos secretos das florestas densa impregnados do cheiro de muitos homens, e a visão dos morros obstruídas por fios que falam. Onde está o arvoredo? Desapareceu. Onde está a água? Desapareceu. É o final da vida e o inicio da sobrevivência.

Como é que se pode comprar ou vender o céu. O calor da terra? Essa Idéia nos parece um pouco estranha. Se não possuímos o frescor do ar e o brilho da água, como é possível compra-los. Cada pedaço de terra é sagrado para meu povo. Cada ramo brilhante de um pinheiro, cada punhado de areia das praias, a penumbra na floresta densa, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados na memória e experiência do meu povo. A seiva que percorre o corpo das árvores carrega consigo as lembranças do homem vermelho...

Essa água brilhante que escorre nos riachos e rios não é apenas água, mas o sangue de nossos antepassados. Se lhes vendermos a terra, vocês devem lembrar-se de que ela é sagrada, e devem ensinar às suas crianças que ela é sagrada e que cada reflexo nas águas límpida dos lagos fala de acontecimentos e lembranças da vida do meu povo. O murmúrio das águas é a voz dos meus ancestrais.

Os rios são nossos irmãos, saciam nossa sede. Os rios carregam nossas canoas e alimentam nossas crianças. Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem lembrar e ensinar para seus filhos que os rios são nossos irmãos e seus também. E, portanto, vocês devem, dar aos rios a bondade que dedicariam a qualquer irmão.

Sabemos que o homem branco não compreende nossos costumes. Uma porção de terra, para ele, tem o mesmo significado que qualquer outra, pois é um forasteiro que vem à noite e extrai da terra tudo que necessita. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga e, quando ela a conquista, prossegue seu caminho. Deixa para traz os túmulos de seus antepassados e não se incomoda. Rapta da terra aquilo que seria de seus filhos e não se importa... Seu apetite devorará a terra, deixando somente um deserto.

Eu não sei . nossos costumes são diferentes dos seus. A visão de suas cidades fere os olhos do homem vermelho. Talvez porque o homem vermelho seja um selvagem e não compreenda.

Não há um lugar quieto nas cidades do homem branco. Nenhum lugar onde se possa ouvir o desabrochar de folhas na primavera ou o bater de asas de um inseto. Mas talvez seja porque eu sou um selvagem e não compreendo. O ruído parece somente insultar os ouvidos. E o que resta de um homem, se não pode ouvir o choro solitário de uma ave ou o debate dos sapos ao redor de um lagoa, à noite? Eu sou um homem vermelho e não compreendo.

O índio prefere o suave murmuro do vento encrespando a face do lago, e o próprio vento, limpo por uma chuva diurna ou perfumado pelos pinheiros. "

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fonte: " EDUCAÇÃO AMBIENTAL - Princípios e Práticas "

Genebaldo Freire Dias - Editora GAIA 1993

 As Plantas estão Ouvindo


Como a maioria das descobertas, a do "efeito Backster" também aconteceu por acaso.

Cleve Backster é um especialista americano em detetores de mentiras. Uma noite, em 1966, depois de passar várias horas ensinando a policiais a manejarem seus aparelhos, Backster prendeu os eletrodos de um detetor na ponta de uma folha de dragoeiro, uma espécie de palmeira, que havia em sua casa.

Backster sabia que a melhor forma de provocar uma reação num ser humano, capaz de ser registrada pelo aparelho, é ameaçá-lo fisicamente. Por curiosidade, resolveu fazer o mesmo com a planta: ele encostaria um fósforo na folha onde estavam os eletrodos.

No exato instante em que a imagem clara da chama surgiu em sua mente, a linha do gráfico deu um salto. Backster não havia se mexido, e aparentemente nada poderia ter interferido com o aparelho. Estaria a planta lendo seus pensamentos?

UMA PLANTA TÃO SENSIVEL QUANTO UMA PESSOA

Quando Backster deixou a sala e voltou com alguns fósforos, o gráfico oscilou novamente, como se estivesse registrando as emoções de uma pessoa. Depois, ele apenas fingiu que ia queimar a folha, e o indicador voltou à posição normal. A planta parecia poder distinguir entre uma ameaça real e uma falsa.

Depois de muitas pesquisas sobre o ïnstinto"de auto-conservação das plantas, Backster observou que elas reagem a um perigo extremo da mesma forma que os seres humanos, "desmaiando". Certa vez, ele não conseguia que suas plantas dessem qualquer sinal de vida, através do detetor, na presença de um fisiologista que fora assistir a uma demonstração. Backster examinou sua aparelhagem, tentou várias vezes, e as plantas não responderam. Então perguntou ao fisiologista:

- No seu trabalho você é obrigado a fazer mal às plantas?

- Sim – respondeu ele – Eu as coloco num forno e as reduzo a pó, para minhas análises.

De alguma forma, segundo Backster, as plantas manifestavam "antipatia" e "medo" simplesmente desmaiando. Quarenta e cinco minutos depois que o fisiologista saiu, elas "voltaram a si".

Para verificar se as plantas possuíam "memória", Backster idealizou um plano no estilo das histórias de gangsters. Seis de seus alunos, com os olhos vendados, tiraram de um chapéu pedaços de papel, num dos quais havia a ordem para destruir completamente uma planta. Nem Backster nem os outros ficariam sabendo quem era o "criminoso"; só haveria uma testemunha: uma outra planta, no mesmo quarto.

Depois de instalar um detetor na planta sobrevivente, Backster fez com que os alunos andassem diante dela. A agulha do detetor só se moveu uma vez: exatamente quando o culpado passou em frente à planta.

PARA MANTER UMA PLANTA VERDE, DESEJE QUE ELA VIVA

A morte de células animais ou vegetais parece provocar, segundo Backster, uma reação nas plantas. Seu equipamento acusou essas reações quando alguns camarões vivos foram jogados em uma panela de água fervendo, e ainda em várias outras experiências. A revista "National Wildlife" publicou as observações de Backster, deixando seus leitores intrigados com a idéia de que um carvalho pudesse "tremer" com a aproximação de um lenhador, ou de que as cenouras "desmaiassem" na presença dos coelhos.

As descobertas de Cleve Backster chegaram até a Califórnia, onde um professor de criatividade da IBM, Marcel Vogel, reproduziu algumas de suas experiências. Vogel, no entanto, foi mais adiante. Com a ajuda de Vivian Wiley, uma amiga com poderes espirituais, revolveu testar a percepção extrasensorial das plantas. Vivian pegou duas folhas de saxífraga (ou arrebenta-pedra) e colocou uma no seu quarto, ao lado da cama, e outra na sala. Toda manhã ela procurava se concentrar na folha a seu lado, desejando que ela vivesse. A outra folha foi deixada abandonada. Passado um mês, Vivian chamou Vogel para fotografar o resultado: a folha do quarto continuava verde, como se tivesse sido arrancada minutos antes; na sala, a outra folha estava morta.

SONATAS DE BACH PARA O TRIGO CRESCER MAIS FORTE

Em seu livro "A Vida Secreta das Plantas", Peter Thompkins e Christopher Bird afirmam que em várias experiências na Índia e nos Estados Unidos, as plantas demonstraram sua capacidade de apreciar a música. Na década de 50, Eugene Canby, engenheiro canadense, conseguiu uma colheita 66% maior, de grãos mais fortes e pesados, com a transmissão de sonatas para violino, de bach, para uma plantação de trigo. Em 1960, o botânico George E. Smith submeteu uma plantação de milho e soja a 24 horas diárias de Rhapsody in Blue, de G. Gershwin, e os brotos nasceram mais cedo.

Em 1969, Doroty Retallack chegou à conclusão – provavelmente recebida com satisfação por muitos pais – de que a música de Bach é mais benéfica que as de Jimi Hendrix, Led Zeppelin e Vanilla Fudge. Ela preparou duas plantações de abóboras iguais, em ambientes idênticos. Para uma delas, ela transmitiu durante horas uma fita com gravações de conjuntos de rock. Em pouco tempo, os caules das abóboras começaram a se inclinar, afastando-se do auto-falante. Na outra plantação, eram tocadas músicas de Haydn, Beethoven, Brahms e Schubert – enquanto os caules se estendiam e se enrolavam em torno do auto-falante.

Como Marcel Vogel, os autores P. Thompkins e C. Bird , parecem acreditar que "trata-se de um fato: o homem pode e costuma se comunicar com a vida vegetal, e as plantas irradiam uma energia benéfica ao homem". Lembram que os índios americanos, quando se sentiam fracos, encostavam-se ao tronco de um pinheiro com os braços abertos, em busca de energia. E que Bismarck, chanceler da Alemanha, abraçava um tronco de árvore para se recuperar do esgotamento provocado por suas tarefas.

O sucesso do livro é bem merecido. Seus autores conseguiram mais do que muitos grupos de defesa do meio ambiente: eles fizeram com que muitos abrissem seus olhos para a riqueza e o mistério do reino vegetal, criando um respeito mais profundo para com as outras formas de vida com as quais compartilhamos nosso planeta.

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Trechos de:

FALE BAIXO, AS PLANTAS ESTÃO OUVINDO de Fernando Guimarães

Publicado da revista Realidade, de junho de 1974

 Arquivos do Inconsciente


Do vastíssimo oceano da nossa psique, emerge uma pequenina ilha; é o nosso consciente, do qual o Ego é o centro. Ao consciente cabe a área da atenção, da direção dos pensamentos, da elaboração mental das informações recebidas. Tudo isto forma um complexo chamado Ego.

Segundo Jung, o Ego "é um dado complexo, formado primeiramente por uma percepção geral do nosso corpo e existência, e a seguir, pelos registros da nossa memória. Todos temos uma certa idéia de já termos existido, quer dizer, de nossa época em vidas passadas; todos acumulamos uma longa série de recordações. Esses dois fatores são os principais componentes do Ego, que nos possibilitam considerá-lo como um complexo de fatos psíquicos. A força de atração desse complexo é poderosa como a de um ímã: é ele que atrai os conteúdos do inconsciente, daquela região obscura sobre a qual nada se conhece. Ele também chama a si as impressões do exterior que se tornam conscientes do seu contato. Caso não haja esse contato, tais impressões permanecerão inconscientes. O Ego é o centro de nossas atenções e de nossos desejos, sendo o cerne indispensável da consciência".

A nossa pequenina ilha, o consciente, existe num oceano ilimitado, que chamaremos de subconsciente e inconsciente.

O subconsciente, ou pré-consciente, é a camada mais superficial do inconsciente, onde se encontram as recordações que podemos evocar com facilidade, as lembranças que nos marcam bastante e que podem ser chamadas ao consciente a qualquer momento. Enfim, é o depósito das informações que mais usamos, na elaboração da idéia que está sendo produzida, no momento.

Na psicologia Junguiana, o inconsciente se divide em inconsciente pessoal e inconsciente coletivo. O inconsciente pessoal é uma camada onde ficam registrados os fatos que foram esquecidos totalmente, ou por falta de uso, ou porque foram reprimidos, recordações dolorosas de serem relembradas e lembranças impregnadas de grande potencial emotivo, mas que são incompatíveis com a atitude do consciente. O inconsciente coletivo corresponde às mais profundas camadas do inconsciente, onde ficam armazenadas as imagens que não provém de experiências pessoais, mas sim imagens universais, as formas mais antigas com que a imaginação humana procurava explicar o mundo. A essas imagens Jung deu o nome de arquétipos.

Temos, portanto, em nosso inconsciente, as imagens arquetípicas que representam conceitos de deus, de energias, de anjos ou demônios, e que ali foram depositadas, talvez, por experiências constantes e repetidas que vêm sendo vividas pela nossa humanidade desde os primórdios de nossa existência.

As imagens arquetípicas são encontradas com grande riqueza nos contos de fada, nos mitos, etc. Como a imagem arquetípica do pai, o repressor, o Zeus, o deus do trovão, o déspota, e a da mãe que embala, que alimenta, a Deméter que fecunda e faz brotar a vida.

Para haver um perfeito equilíbrio da psique, é preciso que exista uma comunicação entre consciente e inconsciente. As pessoas que preferem viver somente no mundo da consciência e não aceitam a comunicação com o inconsciente, vivem dirigidos somente pelas leis formais, criadas racionalmente, mas que, muitas vezes, não estão de acordo com as sábias leis universais, às quais somente o inconsciente tem acesso.

A comunicação com o inconsciente é o primeiro passo para todos aqueles que pretendem estudar os fenômenos psíquicos, pois é somente de lá que poderão obter todas as informações de que necessitam para compreender melhor a vida e o universo.

Os sentidos do homem limitam sua percepção àquilo que está em sua volta. E esta percepção é sempre fragmentada, nunca total. Mas enquanto a consciência objetiva - o consciente - se prende em detalhes em nosso redor, o inconsciente capta tudo aquilo que faz parte do todo em que estamos mergulhados.

Temos o caso, por exemplo, do Sr.I.T.(Manaus - AM), caixa de um banco, que nos relata a impressionante experiência por que passou:

"Era um dia de grande movimento. No final do expediente, foi notado o desaparecimento de documentos importantes no caixa ao lado do meu. Meu colega, o responsável pelos documentos desaparecidos, estava desesperado.

- Eles estavam aqui, bem atrás de mim!... - exclamava a todo o instante. - Como podem ter sumido?

Mas os documentos não apareceram. Meu colega teve um prazo para apresentá-los, ou teria que responder a inquérito. No último dia do prazo, tive uma idéia.

- Quem sabe se, em transe hipnótico, saberia dizer onde estão os documentos?

Meu colega prontamente concordou em ser hipnotizado. Como tinha feito um curso de hipnose e me achava em condições de colocá-lo em transe, resolvemos que eu mesmo iria dirigir a experiência.

Em transe hipnótico, fiz com que ele regredisse até o dia do desaparecimento dos documentos. E ele começou a falar:

- Estou trabalhando no caixa. O grande movimento de clientes não permite que desvie minha atenção do caixa. Coloco os documentos atrás de mim, numa prateleira, para encaminhá-los no final do expediente. Vejo o servente que se aproxima... Ele pega os documentos, por engano, e os leva para o terceiro andar, onde os guarda numa pilha de documentos para serem arquivados... A pilha foi guardada numa caixa de papelão, que está em tal lugar, em tal andar...

Tirei-o do transe e fomos imediatamente à procura dos documentos. E lá estavam eles, exatamente como meu colega revelou, em transe hipnótico, guardados junto com outros documentos, arquivados em tal sala do tal andar.

Este fato me fez ver que, inconscientemente, participamos de tudo o que acontece em nossa volta, pois meu colega foi capaz de revelar fatos que não viu e não teve ciência por nenhum outro meio".

Com isto podemos ter uma vaga idéia de quantas informações chegam ao nosso inconsciente e delas não temos o menor conhecimento consciente.

Existem muitas chaves de acesso ao inconsciente, como sons, sabores, cheiros, etc., que podem subitamente evocar uma lembrança e transformá-la numa imagem consciente.

É nesse arquivo do inconsciente que ficam gravados todos os acontecimentos que foram bloqueados, por algum motivo, à nossa lembrança. O grande trabalho dos hipnólogos ou terapeutas é trazer essas informações à memória, de maneira que o arquivo possa ser recuperado intacto.

Sabe-se que a atividade elétrica do cérebro decai à medida que a pessoa vai mergulhando no transe. Isto pode ser registrado através de encefalógrafos. Estas variações de potencial do ritmo cerebral foram denominadas de ondas cerebrais, que passaram a ser designadas por quatro letras do alfabeto grego e são medidas em ciclos por segundo. Em geral, 14 ou mais ciclos por segundo são chamados ondas Beta; entre 7 e 14, são ondas Alpha e de 4 a 7 são chamados ondas Theta. Menos de 4, são as ondas Delta.

Quando a pessoa está totalmente desperta, está em Beta, usando sua consciência no mundo exterior. Quando está naquele estado que antecede ao sono, está em Alpha. Quando adormece, passa para Theta, depois aprofunda o sono e vai para Delta, retornando em seguida a Theta e a Alpha. Este ciclo leva aproximadamente 45 minutos. Os sonhos só acontecem quando a pessoa está em Alpha e este estado tem a duração de apenas 5 minutos. Dependendo do número de horas que a pessoa dorme, este ciclo (Alpha - Theta - Delta - Theta - Alpha) se repete por 4 ou 5 vezes, em uma noite.

Em transe, o paciente é levado a Alpha e a Theta, embora não esteja adormecido. À medida que a atividade de seu cérebro vai decaindo, o foco de sua consciência vai sendo levado aos estados mais profundos de seu inconsciente de onde, então, as lembranças são resgatadas.

O inconsciente se comunica com o consciente através de símbolos, que chegam com os sonhos, ou durante os estados de profunda meditação ou em qualquer momento em que suas ondas cerebrais alcancem o rítmo Alpha e o terapeuta, em primeiro lugar, procura identificar a simbologia que chega à mente do paciente em transe, pois ela pode ser uma teatralização do inconsciente, que pretende dar uma mensagem ao consciente. Feito isso, poderá então conduzi-lo às lembranças arquivadas, que podem ter as mais diversas origens, como cenas de vidas passadas, lembranças de contatos extraterrenos, abduções, e tantos outros acontecimentos marcantes que ficam guardadas no arquivo do inconsciente.

O acesso ao inconsciente é algo indispensável a todos os que procuram uma realidade maior e respostas àquelas aflições indefinidas que trazem na alma pois, se elas existem, é um sinal de que algum fato importante ficou retido num cantinho muito profundo de sua psique e, seja lá o que for que tenha ocorrido, todos têm o direito, como seres humanos e universais, de conhecerem a totalidade de sua própria existência.

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Texto de Márcia Villas-Bôas

http://www.segredodosdeuses.com.br

E-Mail: maygal@terra.com.br

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 Alquimia Interior


Em suas intuições, suas premonições, seus pressentimentos e inspirações estão as faculdades do seu eu superior. Artistas, músicos, filósofos e cientistas... todos têm fortes ligações com as dimensões superiores da mente. Estão ligados a essas dimensões e constantemente têm acesso a este material sem reconhecê-lo como algo incomum.

É preciso raciocinar então que, se tivéssemos como saber, vibratória e qualitativamente, quais são as diferentes dimensões e como diferenciá-las, seríamos capazes de ir até lá e, conscientemente, captar desses planos a informação e as capacidades de que necessitamos.

O postulado essencial a ser compreendido é que estamos situados numa existência tridimensional, com faculdades, linguagem e densidade adequadas a ela. Compreendendo isso, podemos começar a transcender os obstáculos aparentes que bloqueiam nossas percepções elevadas, particularmente os sentimentos emocionais de desmerecimento, carência e limitação. Você pode terminar seu carma já, neste instante. Ainda precisará limpar a desordem que criou, mas isso pode ser feito com vigor e excitação renovados no conhecimento de que está aprendendo o autodomínio.

Estamos, como consciência do corpo planetário, nos afastando da existência pessoal. Mas o movimento é através e não ao redor de. A experiência pessoal nos dá a energia, a quantidade de movimento para dar origem a criações cada vez mais perfeitas. Precisamos nos lembrar de que somos muito mais do que o eu menor. Neste reconhecimento está o alimento, o estímulo e a energia que começam a nos alinhar com a verdade superior. Cada um de nós não é apenas um indivíduo localizado num mundo tridimensional. Cada um de nós é uma família de eus, coexistindo simultaneamente em doze planos ou faculdades e percorrendo três aspectos da realidade: no tempo, no espaço e em espírito. À medida que cada um de nós vai se familiarizando cada vez mais com as partes de si mesmo, alinha-se e reobtém aquela energia, aquela faculdade, crescendo cada vez mais, mais e mais luminosa e poderosamente.

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Trecho extraído de:

Alquimia Interior, de Zulma Reyo

(Fundadora do Centro de Alquimia Interior, uma escola de Consciência)

 

 

Acesso Reservado aos Alunos

Quando falamos em Magia, vem à nossa mente imediatamente a imagem de velhos feiticeiros, recitando fórmulas misteriosas em seus laboratórios arcaicos, cercados de mistério e de superstição.

Papus define a Magia como a ação consciente da vontade sobre a vida. E isto resume tudo.

O homem moderno se deixa levar pelo turbilhão da vida agitada de nossos dias, e sorri desdenhosamente se lhe falamos de Magia. A Magia, no entanto, está em toda parte; na criança que nasce, na flor que desabrocha, na transmutação da lágrima num sorriso.

Mas o homem moderno passa pela Magia que é a sua própria vida, sem saber que ele tem nas mãos o poder de transmutar, de determinar seu próprio destino.

E haverá alguma diferença entre o Mago e o velho feiticeiro que recita suas fórmulas misteriosas? Há uma diferença muito grande: o feiticeiro é aquele que recebeu de seus antepassados, ou de algum mestre, fórmulas, encantamentos, e usa-os exatamente como lhe foi ensinado, sem mesmo entender o que faz. O Mago é um Iniciado, é um ser que se dedicou primeiramente ao estudo do seu psiquismo e das leis que regem toda a natureza, elevando-se interiormente, através de muito exercício, até alcançar a Unidade com o Absoluto. E só então ele começa a praticar, a aplicar as leis que aprendeu e que agora domina, em virtude de sua imensa, infinita compreensão interior.

O Mago é o senhor do seu destino.

Você não ficará vinculado a nenhum mestre e nem dependente de nenhum guru. Você será seu próprio orientador, pois aprenderá a aplicar seus novos conhecimentos à suas próprias necessidades, suas próprias conveniências. Você será o senhor do seu destino e aprenderá a modelar o seu futuro, e sua vida, dentro da consciência de novos elementos que até então lhe eram desconhecidos.